Como funciona um sensor fotoelétrico?

sensor fotoelétrico

A automação industrial, residencial e comercial tem um papel importante para a tecnologia dentro da área elétrica. O sensor fotoelétrico, por exemplo, é um dispositivo fundamental para trazer praticidade para o dia a dia. 

Hoje, vamos mostrar o que é um sensor fotoelétrico, como ele funciona e quais são suas principais características. Acompanhe! 

O que é um sensor fotoelétrico? 

Em poucas palavras, o sensor fotoelétrico é um dispositivo de conversão de luz. Isso significa que a sua principal função é converter uma manifestação luminosa em um sinal elétrico, seja ela de luz ou sombra. Pode ser interpretado como um circuito eletrônico, como comando. 

Quando faz a conversão da manifestação luminosa em energia elétrica de forma direta, pode ser caracterizado como transdutor. Mas, também pode ser usado como sensor ao converter a manifestação luminosa em qualquer grandeza elétrica, como tensão e resistência, por exemplo. 

Como o sensor fotoelétrico funciona?

Esse dispositivo funciona com base nos feixes de luz. O sensor fotoelétrico possui um receptor e emissor de luminosidade, que podem se relacionar de três formas diferentes: 

Sensor fotoelétrico de barreira

Possui receptor e emissor separados em dois invólucros diferentes. Em seu funcionamento normal, o emissor envia feixes de luz para o receptor. Por isso, precisam ser instalados de frente um para o outro. 

Caso algum objeto atravesse ou interrompa o feixe de luz, o receptor consegue detectá-lo e realizar a conversão. 

Sensor fotoelétrico retro reflexivo

Contém um invólucro com receptor e emissor, mas também usa um espelho prismático. Bastante parecido com o sensor fotoelétrico de barreira, conta com o diferencial do espelho refletir o feixe de luz do emissor e direcioná-lo para o receptor, que por sua vez trabalha como sensor. 

Sensor fotoelétrico difuso 

Assim como o retroreflexivo, possui o emissor e o receptor lado a lado no mesmo invólucro. Nesse caso, a emissão do feixe de luz se dá em uma direção. 

Porém, quando um objeto entra em contato com o feixe de luz ele é refletido. Assim, a luz é direcionada para o receptor, que detecta o objeto e inicia a conversão do sensor. 

Fatores de interferência em sensor fotoelétrico 

Mesmo que trabalhem apenas com três modos de funcionamento, o sensor fotoelétrico é flexível em relação às características de suas aplicações. Existem três características: velocidade, sensibilidade e resposta espectral. 

Velocidade 

Está relacionada ao tempo de resposta do sensor as variações e modulações das fontes de luz. Em alguns casos, o objeto que precisa ser detectado é rápido ou precisa ser identificado com rapidez. 

Para cada tipo de velocidade do sensor existe uma aplicação correspondente. Alguns exemplos que demandam uma resposta mais rápida são controle de velocidade de máquinas e leitura de código de barras. Já um belo exemplo de resposta lenta é o manuseio de correntes intensas em alguns processos de controle baseados em luz e sombra. 

Sensibilidade 

É responsável por determinar a variação direta ou inversa proporcional a grandeza de saída com a intensidade de luz recebida. 

Para ser mais eficaz, depende da sensibilidade do circuito eletrônico em relação a grandeza de saída do sensor. 

Na maioria das vezes, os sensores são muito sensíveis, pois geram uma variação sensível das grandezas em seus circuitos eletrônicos. 

Resposta espectral 

Diferente dos olhos humanos, o sensor fotoelétrico consegue identificar radiação infravermelha e ultravioleta. Isso é extremamente importante em aplicações como laser, LED infravermelho, etc. 

Quais são os tipos de sensor fotoelétrico? 

Com o desenvolvimento da tecnologia, atualmente existem diversos tipos de sensores utilizados para aplicações gerais ou personalizadas. Alguns mais conhecidos são: 

  • Fotocélula 
  • Foto sensor 
  • LEDs 
  • Fotodiodos 
  • Foto tiristores 
  • Foto transistores 
  • Válvulas fotomultiplicadores 
  • Sensor de proximidade 

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